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Posts Tagged ‘ii guerra mundial’

A perda de um ente querido normalmente se revela capaz de provocar mais reflexões sobre a vida do que a leitura de muitos livros. Ainda que inevitável, quase sempre ela vem acompanhada da surpresa. Por isso, quando recebi a notícia do falecimento do Major Ruy de Oliveira Fonseca, o mundo quase veio abaixo.

Na minha imaginação, o Major Ruy não era o veterano com idade provecta (97 anos), de corpo franzino, e que caminhava sempre amparado. Apesar de conhecê-lo de longa data, a imagem que cultivava do seu porte físico era oposta. Em nossas conversas por telefone, sua lucidez, inteligência e memória notável forjaram a imagem do tenente de infantaria jovem e cheio de vida, que retornou da Itália vitorioso após II Guerra Mundial. Assim, a sua morte causou um verdadeiro “choque de realidade”.

O então Tenente Ruy em 1945, com a expressão de felicidade ao ter voltado para casa vivo e bem de saúde após tantos perigos, como ele próprio definiu esta foto em seu livro: “Uma Face da Glória”.

Procurando notícias sobre o falecimento na internet, consultei o principal jornal da cidade no dia seguinte ao seu enterro, onde encontrei a edição de domingo recheada das suas pautas corriqueiras: intrigas eleitorais, assaltos e furtos; na coluna social, matérias pagas com fotos de socialites auto-massageando o ego; na seção de esportes, notícias do time da cidade rebaixado para a 4ª Divisão do Campeonato Brasileiro; nos classificados, propagandas da venda de imóveis e veículos, além de anúncios de homens e mulheres vendendo o próprio corpo. Houve destaque até para o estudo de um juiz-forano sobre um tal pássaro formigueiro-assobiador do Poço de Antas. Contudo, nenhuma notícia sobre o falecimento do Major Ruy foi veiculada, nem ao menos num rodapé de canto de página ou no obituário.

Capa de domingo do principal jornal da cidade: os olhos da mídia são os olhos do mundo.

Ao me ver triste e inconformado, minha esposa — sempre ela — decidiu consolar-me, revelando algo que estava diante dos meus olhos, mas que eu não enxergava — uma visão que parece loucura aos olhos dos homens: não havia o que lamentar. Deus me brindara com a amizade do Major Ruy durante anos. Como se não bastasse isso, sem que eu soubesse, o Criador me concedera a oportunidade do último adeus, trazendo o veterano à minha residência – ainda que debilitado fisicamente – poucos meses antes: Ruy viera despedir-se.

Major Ruy em visita à Campinas em 2012: a visita mais ilustre que um pesquisador da FEB poderia receber em sua casa.

Sua revelação me fez sentir tal qual o personagem Neo acordando da ilusão forjada pela Matrix. Foi como se estivesse imerso numa realidade ilusória, chafurdado no universo da futilidade humana, onde as energias são drenadas continuamente para o vazio.

Estava procurando no lugar errado. Não seria nos jornais onde encontraria algo sobre o amigo que partira. Os olhos da mídia são os olhos do mundo, e o mundo só tem olhos para as suas coisas. Ruy de Oliveira Fonseca não fora político, jogador de futebol, milionário ou artista famoso: o tipo de gente que a mídia tanto idolatra. Paradoxalmente, foi ele um dos cidadão mais ilustres de Juiz de Fora: um dos 25.334  brasileiros que lutaram na Itália, durante a II Guerra Mundial — e o fez galhardamente —  comandando o Pelotão de Petrechos Pesados da 4ª Cia do II Batalhão do 11º Regimento de Infantaria.

O Major Ruy representa a figura do cidadão patriota, voluntarioso e corajoso, que arriscou a vida pelo seu país e por seus ideais. Porém, o mundo normalmente despreza isso — a não ser que fareje lucro. O mundo enxerga apenas a casca externa do ser humano. Para o mundo, Ruy não passava de um velho cheio de velhas histórias de heroísmo e bravura, e a grande mídia não se interessa muito por elas, pois cultiva seus próprios valores: a juventude, o hedonismo, o prazer da carne e do consumo, o “eu” sempre em primeiro lugar; afinal, isso tudo faz sucesso e vende bem mais — patriotismo e civismo são conceitos ultrapassados.

Major Ruy em entrevista para o Projeto Memória Viva

Quando jovem, Ruy frequentou o Seminário São José por seis anos — era um homem de fé. Quem teve o privilégio de partilhar da sua amizade, percebia nele o olhar de quem enxerga muito além do que a maioria dos homens é capaz —  além dos olhos do mundo. A frase final do seu Diário de Guerra, escrita quando estava no convés do navio que o trouxe de volta ao Brasil, prestes a desembarcar, é reveladora:

“Revisto-me de muita esperança e de muita energia para enfrentar o futuro que me aguarda. Será uma nova guerra e já estou preparado para ela. Como no Capistrano (local de treinamento da FEB), aguardo a ordem do Comandante Supremo da Vida: Em frente, marche!”.

O Tenente Ruy seguiu em frente e travou sua nova guerra, como marido e pai dedicado. Lutou, venceu, e então descansou.

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“Quem são esses velhinhos?”

Foi a pergunta que Sírio Sebastião Fröhlich ouviu de um adolescente, durante um desfile cívico-militar em Santa Maria-RS, quando os pracinhas passaram à frente do grupamento, externando o orgulho ao desfraldarem a Bandeira da Pátria, cuja honra se dispuseram a defender nos campos de batalha.

Com o intuito de ajudar a responder essa pergunta, Sírio lançou a obra Longa Jornada – Com  a FEB na Itália, como subsídio para as aulas de História e, sobretudo, para despertar nos estudantes a consciência de que, quando virem um desses “velhinhos”, possam admirá-los com a convicção de que estão diante de um humilde mas autêntico Herói da Pátria.

A publicação faz um apanhado da participação brasileira na II Guerra Mundial, buscando desde as raízes do conflito até o seu desfecho vitorioso para os Aliados; com o foco na atuação da Força Expedicionária Brasileira, mas sem esquecer da participação da Marinha e da Força Aérea.

O autor sintetizou os fatos principais da campanha de modo didático, com o auxílio dos depoimentos de vários pracinhas. Fartamente ilustrado com fotografias  de arquivos públicos e pessoais, e com um design moderno, Longa Jornada é uma obra plenamente capaz de atingir o seu público-alvo: os jovens estudantes.

Fruto do trabalho de pesquisa do autor e do talento do compositor João Chagas Leite, vencedor de diversos festivais de música nativista, nasceu a bela música “Soldado da Paz Mundial”, presente no vídeo a seguir: uma mostra – e também um alento- de que a cultura gaúcha preserva as tradições brasileiras com muito orgulho.

A pergunta que Sírio ouviu do adolescente em Santa Maria, certamente seria repetida em qualquer outra cidade brasileira, pois na maior parte dos  livros de História a luta dos pracinhas sequer é digna de nota. A mais importante ação brasileira, no cenário internacional, em todo o século XX, é uma ilustre ausente na literatura escolar.

Vivemos numa época onde o relativismo cultural reina quase absoluto. Segundo a historiografia dita “moderna”, heróis, vilões, Pátria, honra, não passam de meras “invenções” da tradição conservadora, já que são oriundos de conceitos ultrapassados que dependem de diferentes “pontos de vista” (vide o post Onde Estão Nossos Heróis?).

Infelizmente, esse tipo de visão distorcida é repassada à esmagadora maioria dos estudantes brasileiros durante o ensino médio e fundamental, estejam eles numa escola pública de subúrbio ou numa renomada instituição de ensino particular, com a desculpa de que os eventos históricos precisam ser avaliados por uma visão “crítica”. No frigir dos ovos, o produto final que chega aos jovens pouco tem de crítica e muito de reducionismo e proselitismo ideológico.

Embora a figura dos heróis e vultos pátrios seja excluída nos manuais escolares, a presença de alguns “mártires” ao gosto da ideologia dominante é mantida. Assim, ao ingressar na universidade, o jovem será capaz de enunciar detalhes irrelevantes da história brasileira do período Vargas, como, por exemplo, a gravidez de Olga Benário, (agente da Internacional Comunista enviada ao Brasil para seduzir e manipular Júlio Prestes), mas não saberá que mais de 25.000 brasileiros estiveram na Europa, no combate aos regimes totalitários.

Exemplos de patriotismo, heroísmo e honra são abundantes no legado da FEB: um incômodo para a cultura relativista em que vivemos. Por tudo isso, Longa Jornada chega em boa hora. Que tenhamos educadores com honestidade intelectual suficiente para incluir essa publicação, como literatura paradidática, em seus estabelecimentos de ensino.

Capa do livro Longa Jornada

Reportagens sobre o livro publicadas na mídia: Jornal Gazeta do Sul; Jornal Diário de Santa Maria

Preço: R$ 15,00 (frete incluso)

Pedidos da obra pelo e-mail do autor: sirio.feb@gmail.com

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Em 1985, foi lançado o polêmico livro “As duas Faces da Glória”, de William Waack, sobre a Força Expedicionária Brasileira. À época, o jornalista trabalhava como correspondente do Jornal do Brasil na Alemanha, desde 1979.

Um dos méritos do livro foi divulgar uma série de informações e relatos até então desconhecidos do público. Waack foi talvez o primeiro pesquisador brasileiro a realizar a busca de informações sobre a FEB em arquivos alemães, norte-americanos, ingleses e italianos.

Outro mérito do autor, que merece ser destacado, foi a complexa localização de veteranos das unidades alemães que tiveram os brasileiros como oponentes, durante a II Guerra Mundial. Waack conseguiu entrevistar uma série deles, espalhados pela então Alemanha Ocidental.

Fig.1 – As Duas Faces da Glória: pioneirismo na pesquisa em arquivos alemães e entrevistas com veteranos da Wehrmacht

O autor relatou que os arquivos da 232ª Divisão de Infantaria alemã, referentes às tentativas de tomada do Monte Castello, foram destruídos num bombardeio a Berlim, em 1945. Mesmo assim, conseguiu disponibilizar registros pertencentes ao Estado-Maior alemão e à 114ª Divisão Ligeira: cartas topográficas, mapas de situação, arquivos do julgamento de Nuremberg e relatórios diversos. Um trabalho de pesquisa formidável.

A leitura da obra pode feita sem dificuldade, graças à linguagem clara e a boa sintaxe. A escrita em estilo jornalístico é fluida, apresentando ao leitor idéias perspicazes, baseadas na interpretação pessoal do material de pesquisa escolhido. Waack revela um talento precoce que futuramente lhe daria — com justiça, diga-se de passagem — o posto de âncora do Jornal da Globo.

Entretanto, se quanto à forma e pesquisa a obra pode ser considerada admirável, infelizmente seu embasamento histórico é inversamente proporcional. Aliás, seria uma proeza se o autor conseguisse apresentar uma obra de conteúdo sólido, sobre um tema tão complexo, durante o intervalo de tempo utilizado. Enquanto historiadores renomados levam, por vezes, quase uma década de pesquisas para escrever um único livro sobre a IIGM, Waack revela ter dado início ao projeto da obra meses antes, em 1984, lançando-a já no ano seguinte.

Dada a característica meramente informativa deste Blog, a análise do livro de Waack não descerá a pormenores, inclusive os que a metodologia de pesquisa histórica preconiza. Até porque, dissecar todos os aspectos contraditórios de “As Duas Faces da Glória” seria inadequado para um simples post.

1. Os alemães – A Wehrmacht de Waack

Logo de início, o autor procura desqualificar as divisões alemãs que a FEB enfrentou na Guerra e, por conseguinte, o mérito das vitórias brasileiras. Segundo ele:

“A FEB enfrentou nove divisões alemãs ou esteve em contato com elas, durante os meses que permaneceu na Itália: a 42ª Ligeira, a 232ª de Infantaria, a 84ª de Infantaria, a 114ª Ligeira, a 29ª Motorizada, a 334ª de Infantaria, a 305ª de Infantaria, a 90ª Motorizada e a 148ª de Infantaria. O leitor deve ter observado os ‘números altos’ da maior parte dessas divisões — para o especialista, isso indica que a unidade se formou já no final da guerra, às pressas, com recursos reduzidos e deficiência de tropas aptas” (Pg. 39).

Fig. 2- A Wehrmacht: segundo Waack, as divisões que a FEB enfrentou na Itália eram “deficientes”

Mais adiante, curiosamente, o próprio autor afirma que o General Eccart Von Gablenz (Fig. 3), comandante da 232ª Divisão alemã, já havia comandado uma outra divisão de infantaria: a 384ª Divisão alemã, na batalha de Stalingrado, ainda em 1942 (Pg 133): uma unidade de numeração superior a quaisquer das unidades com que a FEB se deparou. A “numeração alta” das unidades não é, portanto, determinante para classificar uma divisão segundo o seu poderio.

Fig. 3 – General Von Gablenz: apontado pelo próprio autor como o comandante da 384º Divisão alemã em Stalingrado, em 1942. Fonte: Axishistory.com

Em outra vertente, o livro procura descaracterizar a capacidade combativa da 232ª, com base numa suposta composição de faixa etária elevada. Entretanto, os informes do autor uma vez mais são contraditórios, quando afirma: ” A esmagadora maioria dos 9 mil homens da 232ª compunha-se de veteranos de diversas campanhas”  (Pg. 46). Ou seja, mesmo tendo a 232ª Divisão alemã sido formada em junho de 1944, sua espinha dorsal era composta por oficiais e graduados veteranos de diversas campanhas, inclusive do Afrika Korps e da frente russa, para onde Hitler enviou suas melhores tropas.

O autor prossegue nesse raciocínio, desta feita com relação aos mais jovens: “Apenas 10% do efetivo eram soldados bens jovens, de 17 anos, recrutados na região de Frankfurt.” (Pg. 46) Esse é um caso típico de menosprezo que embosca os aventureiros do tema II GM. Quando os Aliados desembarcaram na Normandia, por exemplo, encontraram boa parte das divisões alemãs compostas com efetivos de faixas etárias heterogêneas, que incluíam veteranos e jovens: uma formação comum para unidades com missão defensiva. Nem por isso o desembarque Aliado — especialmente em Omaha Beach — deixou de ser um dos episódios mais dolorosos da história militar dos EUA.

Fig. 4 – Prisioneiros da 232ª Divisão alemã: segundo o autor, “veteranos cansados”

Com base na experiência de guerra alemã, em especial a da I GM,  sua logística sabia recompor batalhões dizimados em novas unidades, mesclando a experiência de veteranos com o vigor da juventude. Já o fator idade, por si só, não significa muita coisa, pois um jovem com o dedo no gatilho de uma metralhadora pode ser tão ou mais mortal que um adulto.

Calcula-se que em Omaha Beach, no dia D, o soldado Heinz Severloh, de apenas 20 anos, foi o responsável por boa parte das 4.200 baixas norte-americanas no setor, disparando durante 9 horas seguidas cerca de 12.000 cartuchos da sua MG-42. Severloh ficou conhecido como a “Besta de Omaha” (Fonte: A Vida no Front).

Fig.5 – Heinz Severloh, um jovem de apenas 20 anos: a “Besta de Omaha”

A obra revela algumas informações particularmente interessantes sobre os oficiais da 232ª, em especial sobre o seu comandante, o General Gablenz: “O Barão foi um dos mais bem-sucedidos comandantes de tropa na frente de batalha da França… e, aos 49 anos, tornou-se em 1940, o mais jovem tenente-general do Exército alemão, um dos primeiros oficiais a ostentarem a Cruz de Cavaleiro sobre a Cruz de Ferro” (Pg. 54)

Todavia, o capítulo destinado aos alemães desvia-se do eixo temático da obra. Aborda detalhes menores da vida pessoal dos entrevistados no pré e pós-guerra, insistindo em afirmar que a maior parte dos alemães da 232ª desconhecia haver lutado contra os brasileiros. A intenção do texto é óbvia: tornar irrelevante a participação da FEB.

De fato, o repasse de informações do Comando alemão à linha de frente era problemático. Um do relatórios da 3ª Seção da FEB, feito com base no interrogatório de prisioneiros alemães logo após a batalha de Montese, revelou que 80% deles pensava estar lutando contra ingleses. Se tal desinformação foi deliberadamente premeditada pelo Comando alemão ou não, isso é assunto para um novo post. Contudo, não há dúvida de que a inteligência nazista acompanhava os movimentos da FEB em detalhes.

A propaganda psicológica que os alemães lançavam sobre nossas posições, ainda em dezembro de 1944, por exemplo (Fig. 6 e 7,  fonte: Cobra Fumando), prova de que o Comando alemão conhecia não só a nossa presença, como até mesmo a divisão regimental da FEB.

Fig. 6 – Panfleto de guerra psicológica alemã lançado sobre as posições brasileiras em 1944: detalhe para a identificação da composição regimental da FEB. De resto, propaganda nazista, esquizofrênica e antiamericana, repetida até o presente.

Fig.7 – Verso do panfleto: segundo um pracinha entrevistado, os panfletos eram utilizados pela tropa para atividades, digamos, menos nobres

Conclusão

Com relação às forças inimigas que a FEB enfrentou diante do Monte Castello, a obra minimiza a capacidade combativa da 232ª Divisão alemã, composta, na maior parte, de veteranos com quase 5 anos de experiência de combate, do seu comandante até os graduados — algo que nenhum brasileiro possuía.

Waack acerta quando menciona o poder combativo debilitado da 232ª — o que não era novidade alguma para o Exército Alemão nos idos de 1944-45. Porém, a missão dessa Divisão era essencialmente defensiva, limitada à ocupação de posições estáticas nos Apeninos, tarefa que exige muito menos tempo de preparação, esforço físico e a presença de recursos de toda ordem.

Mesmo que, supostamente, os alemães não tenham recebido o melhor treinamento (os que ainda não dispunham) e equipamento, estavam eles meses à frente do grosso da FEB. Os brasileiros do 2º e 3º escalões só chegaram à Itália no final de setembro de 1944, trazendo apenas a roupa do corpo, a bagagem pessoal  e  sem o treinamento específico para o combate.

Somente a 10ª Divisão de Montanha norte-americana — tropa de elite treinada e equipada para o combate em ambiente de montanha — sofreu 999 baixas durante a tomada da região fortemente defendida pela “deficiente” 232ª (entre 18 Fev e 05 Mar de 1945). As baixas sofridas pela Divisão norte-americana falam por si só.

Por fim, o leitor interessado em conhecer como os alemães da 232ª realmente enxergavam os brasileiros, deve procurar o relato dos seus veteranos, sem intermediários, como no livro Bombardeiros, Caças e Guerrilheiros (BIBILEX) Bomber, Jabos, Partisanen. Die 232. Infanterie-Division 1944/45″, de Heinrich Boucseinveterano da 232ª Divisão alemã, que lutou do primeiro ao último dia da II GM; em especial no capítulo “Die Brasilianer und der Monte Castello”: Os Brasileiros diante do Monte Castello.

Fig.8 – Bombardeiros, Caças e Guerrilheiros: a FEB vista pelos alemães da 232ª. Sem intermediários

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